Acordamos preguiçosos na Casa amora e após o pequeno almoço ficamos prontos para outro dia de fugidas. A primeira fugida foi para o LX Factory. Já tínhamos ouvido falar algumas vezes. Foi altura de conhecer. Não foi difícil dar com o local. Mesmo por baixo da ponte 25 de Abril. O conceito é importado, mas é bem executado. Antigos armazéns convertidos em lojas e escritórios. Mantiveram as fachadas e muito do aspecto bruto e industrial. No interior todo o tipo de lojas possíveis incrivelmente decoradas. É um espaço alternativo onde encontramos coisas onde não encontramos noutros locais. Só para dar alguns exemplos, tem um quiosque num contentor com revistas internacionais com artigos técnicos, uma livraria alternativa com café e exposição e lojas de comércio de artigos menos convencionais. Para comer tem também de tudo. Se procurarem um local diferente para visitar, esta é uma boa opção. Passando pela marginal fomos parar ao Rossio. Local icónico do centro. Onde a tradição e azáfama citadina se cruzam. Calçadas lisboetas, lojas que vendem e mostram o mundo português e não só. Menos divulgado, mas muito português, visitamos a loja da Burel Factory. Muito portuguesa e sobretudo muito bonita. Lã transformada de uma forma única que dá origem a carteiras, mantas e mochilas do mais único e bonito que pode haver. E sim português. A loja não é a única no país, mas destaca-se na zona. O local de destino foi o mesmo e novamente a pé. Casa amora. Passamos uma noite mais calma. A casa acolheu-nos muito bem. A chuva e o sofá foram os culpados. Se juntarmos a cama, nem nos lembramos de adormecer…

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