Tempo de passar ao nosso passeio de bicicleta. Fomos preparar-nos para dar uma volta de bicicleta e queimar um pouco das calorias e conhecer um pouco mais do que rodeava Travancinha. Tínhamos ouvido falar do centro de btt de Seia e lembramo-nos que podia ser engraçado conhecer esta zona assim. Conhecemos a Sofia, que era muito simpática e quis nos conhecer. Mostrou-nos alguns prospetos da zona e também do centro Btt que podia ser útil para nós. Quando vínhamos de carro, víamos muitos caminhos a atravessar os montes. A vegetação estava a florar criava um cenário muito bonito. Tínhamos mesmo de ir. A quinta tinha bicicletas que as disponibiliza aos hospedes. Como vínhamos preparados com as nossas, foi só fazermo-nos ao caminho. Arrancamos e fomos seguindo as marcações dos centros btt. Ficou claro pouco depois que a marcação dos mesmos não estava bem-feita ou concluída. Ela existe, mas tem falta de algumas placas. Ou por esquecimento ou talvez por terem sido roubadas. Estão muito espaçadas e ficamos na duvida se teremos nos enganado algumas vezes. Graças ao GPS da bicicleta e ao flyer da Sofia foi mais fácil orientarmo-nos. O objetivo era fazer um percurso curto e suave. Daí tentamos nos guiar pelas sugestões do flyer. Relativamente à dificuldade, existem 4 níveis. O verde (fácil), azul (acessível), vermelho ( difícil), preto (muito difícil). Estão relacionados com a capacidade técnica e física de cada um. Ou seja se terá muitas subidas ou descidas com dificuldade técnica. O que garante um centro de btt homologado, é que existirá na zona pelo menos um percurso de cada tipo. Para além disso todas as condições de marcação e de apoio a quem anda de bicicleta. Passando ao passeio propriamente dito, fizemos o nosso próprio passeio tentando aproveitar, sempre que possível os trilhos marcados. O percurso mais fácil ( verde) não passa por Travancinha, daí a nossa adaptação que nos levou até Sameice. Percurso essencialmente em trilho largo e sem grande dificuldade a não ser no pequeno trilho ( cerca de 100m ) a descer que nos levava até à ponte do rio Seia à entrada de Sameice. Voltamos por estrada para não repetir o percurso, mas não fazia grande diferença, pois o transito por estas bandas é escaço. O que podem encontrar? A paisagem típica desta zona. Rocha granítica, vegetação rasteira, muitas árvores, passagem por rio e ao longe podemos sempre espreitar o alto da Torre, ponto mais alto da Serra da Estrela. Se quiserem mesmo um percurso rolante e apenas de iniciação podem optar por ir até Santa Comba de Seia que não é muito longe. A partir daí poderão seguir as indicações dos percursos. É difícil seguir as indicações? Nem por isso, são fáceis de ler e desde que não tirem as placas dificilmente nos poderemos perder.

 

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