aveiro

Um dia como outro qualquer. Uma boa razão para fugir? Não existe uma, existem milhares. Hoje era preciso fugir.Não é preciso ir para longe. Por vezes ir é mesmo o melhor remédio.  Saímos um pouco mais tarde, a normal correria de quem vai fugir. Mala, roupa, higiene… enfim… O que é certo é precisávamos de ir.

Fomos “apenas” a Aveiro. Apenas porque é perto. “Tudo” que era aveirense falava nos ovos moles e nos hambúrgueres da Ramona. Despertou o apetite e a curiosidade. GPS ligado e lá fomos nós. Bem ao lado da Lourenço peixinho e fomos até lá. De fora azulejos típicos portugueses, por dentro parecia um típico Snack. Não era nada daqueles pseudo-Gourmets decorados com paletes reaproveitadas e com menus com ingredientes estranhos. Não o “Ramona” é simplesmente um Snack que faz hambúrgueres simples mas muito bons. Pão, hambúrguer, molhos e calorias. Simplesmente bom.

Aproveitamos para caminhar mais um pouco e fomos em direção à ria. Estava bom tempo  e as ruas são muito simpáticas. A ria, os moliceiros até mesmo as lojinhas são simpáticas. Desde os nomes engraçados até às pinturas criativas. Tipicamente português. Por muito que já tivéssemos tido a nossa dose de calorias… Em Roma sê romano. Não resistimos aos ovos moles. Partilhamos sentados junto à ria. Peixinhos e outros motivos marítimos. Eram bons e não guardamos para ninguém. Era tempo de nos despedir da “Veneza Portuguesa”. Não é propriamente romântica, mas seguramente foi acolhedora para dar asas ao romance… Já é tempo de fugir outra vez.