Ainda bem que fugimos. Voltamos a começar assim. Voltamos, porque tivemos de dividir em vários episódios esta nossa loucura. Dizemos, voltamos, porque gostávamos de voltar.De facto foi uma experiência e pêras. Falamos da nossa chega e do nosso fim dia… ou melhor, os nossos momentinhos. O dia seguinte começou como tinha acabado o anterior. Com muito amor. Lá fora Sol.
Cá dentro, no quarto, uma claridade mágica. Por norma dizemos que acordamos de um sonho. Desta vez acordamos para um sonho. Era assim que parecia. Um belo e relaxante duche antes do pequeno-almoço.Mal podíamos esperar para visitar a zona de refeições da Luz Houses. ( No dia anterior parecia tudo muito bonito, mas estava vazio.
Quando lá chegamos, todas as cores pareciam ainda mais reais. Havia alguns casais e algumas crianças (poucas). Tudo num ambiente bem calmo e ameno. Diga-se. Provavelmente um dos pequenos-almoços mais calmos de sempre.
Tivemos dificuldade em escolher a mesa onde nos íamos sentar.
Junto à janela bem solitárias e com tanta claridade ou então mais reservada e aconchegante. Sentamo-nos de maneira mais aconchegante e com direito a almofadas. Mesa de madeira, parecia aproveitada diretamente da árvore. Especial.Levantamo-nos para escolher. E nova dificuldade. Tudo parecia bom.
Comemos com os olhos, mas a verdade é que os olhos não engaram. Tudo era bom.Desde os queijos, compotas até ao pão. Das torradas (que gentilmente nos trouxeram) aos croissants, cereais, sumos naturais, bolinhos e até biscoitos. Tudo parecia caseiro.
Tudo muito bem apresentado. Vários quadros com frases de boas vindas e amorosas. Vários frascos e paninhos a adornar o que já parecia bom. Foi difícil não provar tudo. Depois de tanto amor não devíamos pecar. Mas…novo pecado da gula. E que bom foi…