O post desta vez fala de um dos lugares que mais nos surpreendeu este ano.

Ficou para nós como o nosso tesouro e por isso não o quisemos revelar tão cedo. Descobrimo-lo e já lá voltamos umas quantas vezes.

Não está muito longe do Porto e a escassos metros da praia do mercado em Angeiras. Não estamos a falar de um restaurante, mas de uma casa. Sim, nasceu de uma recuperada, mas às vezes que já voltamos, podemos dizer que já podemos ver como nossa casa também.

A casa da Guripa, junto ao farol e à Guripa. Foi decorada com muito gosto e deixa-nos muito à vontade, seja para um almoço em família, com amigos ou mesmo com a nossa cara metade. Com bastante luz e mesas distribuídas por vários andares. Tem também uma espécie de sala exterior virada para a viela da praia.

É muito aconchegante e mesmo que não seja para uma grande refeição, é um local que nos dá vontade de deixar ficar. É claro que estamos a falar de um restaurante, mas para nós é algo mais.

Mas se é um restaurante, o que nos faz lá voltar é a comida e como somos recebidos. Já experimentamos vários pratos. Não houve um que não gostássemos, mas alguns ficaram na memória e outros como favoritos. Os nossos favoritos: Pica-pau de atum com batata doce, o risotto de gambas de espumante e lima, a paella do mar sempre acompanhados pela famosa sangria de espumante cítrica.

Gostamos tanto que quando voltamos é difícil pedir outras opções. A apresentação conta muito, mas é mesmo o sabor que se diferencia. Estamos numa zona de mar, naturalmente que os pratos à base de peixe são os que “puxam” mais. Mas a verdade é que mesmo quem não costuma pedir peixe, na Casa da Guripa vai sentir-se bastante atraído a fazê-lo. Nós, não conseguimos resistir.

Já para sobremesa, nunca temos barriga para ela, pois a gula é demasiado grande quando pedimos as entradas ou pratos. Por isso “só” nós ficamos pela tarte merengada e pelo requeijão com doce de abóbora.  A variedade é grande, mas acabamos por repetir os nossos favoritos.

Elogios rasgados à casa? Sim! Todos merecidos. Difícil encontrar algum local “personalizado”. Pessoas são o segredo. São as pessoas que fazem a casa. A simpatia é natural. O sorriso é contagiante. Se o vemos em todas as mesas, não podemos estar enganados. Aqui sentimo-nos em casa. E como diriam os antigos “ é em casa que se come melhor”

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